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Meça suas palavras, parça

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É aquilo que a gente já sabe, né?   "Trate os outros como você gostaria de ser tratado/ Seja a mudança que você quer ver no mundo/ Gentileza gera gentileza/ Meça suas palavras, parça." A gente já tá de saco cheio de ouvir isso aí tudo. Mas ver tudo isso aí em ação, olha... é bem mais complicado, né não? Não sei se eu passei por um processo de 'mimimização' e tô muito cheia de não me toques ou se as pessoas tomaram a pílula da grosseria mesmo.  Sei que é final de ano, tá todo mundo cansado, pedindo arrego das tarefas e algumas responsabilidades, mas pra mim, tá muito exagerado. Tenho visto as pessoas tão agressivas e cheias da razão que dá até medo de interagir com elas. Juro que tô assustada mesmo. Não sei se parte da culpa está nas redes sociais e textões que o povo publica no Face, já que agora todos somos 'donos da verdade' e podemos publicar tudo e defender nossas opiniões cegamente, ou se isso já era assim antes e eu só percebi agora. Mas...

I will survive

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Vamos cantar junto! Heeeey! Quem acordou melhorzinha essa semana e está pronta pra voltar a escrever no blog? Yes, euzinha! hahaha Olha, tempos difíceis esses últimos dias... mas nada que uma boa dose de medicamentos, acupuntura, amigos, fé, Netflix e muita comida não resolvam, não é mesmo? Agora, estou pronta para falar de outras coisas aqui no blog. E é lógico que não conseguirei falar de tudo nesse post, porque a inspiração voltou, mas o tempo pra escrever ainda não...rs Só queria contar pra quem estiver lendo que nos últimos dias eu descobri algo chamado: Bullet Journal olha... v-i-c-e-i! Priscila, e o que é esse tal de Bullet Journal , minha filha? É um método de organização pessoal que te ajuda a centralizar uma série de informações num lugar só. Pra mim, ele funciona como um diário/ caderno/ agenda/ organizador, tudo junto e bastante visual. Como eu sempre apanhei pra usar uma agenda do começo ao fim do ano e sempre tive milhares de post-its e outros caderninho...

Coisas que fogem do nosso controle

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Já parou pra pensar como é louco sentir que você tem controle de alguma coisa? Pois bem... Darth, eu te entendo, amigo... Nas últimas quase 3 semanas eu estou vivendo o ponto mais baixo do ano de 2016, gente. Não é querer fazer mimimi, meu povo. É coisa séria. Não sei se vocês já tiveram ou conviveram com alguém com crise de labirintite, mas sabe de uma coisa? É horrível. Estou nessa por essas 3 semanas, e já estou ficando com medo de andar sozinha + não estou fazendo pilates +estou desmarcando uma série de compromissos e com uma tristeza só por não conseguir melhorar, mesmo tomando uma tonelada de remédios e passando por diferentes especialidades médicas. Ontem eu fui comprar um pãozinho no mercado aqui perto do trabalho e passei por uma das piores experiências da minha vida... Fora o ouvido tapado, o desequilíbrio, o gosto ruim na boca e tudo mais, eu mal consegui andar até um banquinho e pedir ajudar. A sensação de não conseguir controlar as pernas, braços, fala e...

Dia das crianças e Dia dos professores

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Eita como eu fico com saudade de escrever no blog, viu! Passei por aqui esses dias, mas não escrevi muito, já que o nome da publicação era "isso nem é um post" (é só clicar aqui pra ver)  ...rs Estou com uma pauta de assuntos arquivada no meu HD mental, mas é claro que a rotina insiste em me ocupar demasiadamente e eu não escrevo tudo o que quero.  *rotina = rotina + Netflix +ficar doente...rs Então estou passando aqui pra contar umas coisas triviais mesmo.  Semana passada foi uma loucura lá no trabalho: dia das crianças e dia dos professores. E sabe de uma coisa? Foi uma semana muito especial pra mim, e ela 'terminou' de um jeito lindo no sábado... mas já já chego nessa parte. Na segunda e na terça os alunos vieram fantasiados/ brega/ de pijama/ havaianas/ chapéu e tudo mais...  Além do dress up day  e brincadeiras eu também c ontratei uma máquina de algodão doce e você podem imaginar a alegria que o açúcar trouxe pra criançada, né? T...

Isso nem é um post

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Tenho textos pela metade salvos como rascunho. Queria escrever sobre algo interessante no blog. Estou tentando cuidar de mim.  Estou tentando lidar com minhas emoções/ saúde e afins, mas minha vida tá igual esse GIF aí de cima... E como a gente faz quando tudo parece uma cena de um filme e só piora? Olha, não tá fácil. Mas bola pra frente...

Receber amor

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Desde sexta estou doente. Febre, dor no corpo, dor de cabeça, nariz entupido, desde terça praticamente sem voz e meu estômago está dando os primeiros sinais de 'eu não estou gostando nada dessa brincadeira'. Além disso, estou sem minhas marmitinhas mara por duas semanas o que me fez descobrir que estou muito exigente e simplesmente não consegui comer em lugar nenhum sem deixar refeições pela metade nesses primeiros 4 dias. (Que eu tenha mais sorte nas próximas tentativas, amém?) Não estou conseguindo dormir direito, a insônia tá quase lá querendo mostrar a cara outra vez, mas isso deve estar relacionado a overdose de Homeland que assisti (Carrie, a protagonista, tem dificuldade pra dormir também...rs). Mas como diria vovó: "desgraça pouca é bobagem", né? Daí o celular novinho da gente decide, sem cair no chão, nem bater em nada, trincar o bendito vidro da câmera traseira. E a gente nem terminou de pagar o celular, é claro. Podia escrever tudo i...

Como sobreviver após o último episódio da temporada?

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Gente, o post inteirinho está resumido no título...rs Nas últimas duas ou três semanas eu maratonei Homeland no Netflix. Repito: M-A-R-A-T-O-N-E-I. Separei um pedacinho (horas) da maioria dos meus dias pra me dedicar a cada episódio com todo o amor que existe em mim. Repito: T-O-D-O   A-M-O-R. E o que aconteceu?  Na sexta passada eu cometi o erro de assistir o último episódio disponível, e agora estou vivendo aquela fase obscura que sempre acontece após términos: falta de motivos para fazer qualquer outra coisa da vida... Tentei continuar assistindo Gilmore Girls e The 100 ontem, até prestei atenção em algumas partes... mas pra falar verdade, ficava inconscientemente esperando a Carrie, o Saul ou o Quinn aparecerem pra me salvar. Ah, por falar nisso fui visitar uns amigos no interior no final de semana e vi um homem que era a cara de um dos personagens da série... estranho, eu sei. Eu não tinha percebido o nível de dependência que eu tinha de ...